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Newsfluencers, ativação em Miami e as novas formas de desejo

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Newsfluencers, ativação em Miami e as novas formas de desejo

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Com creators certos no lugar certo, o Legendary Room virou muito mais que uma ação de marketing. Virou conteúdo com alma — e com história pra contar.

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🔥 ASSUNTOS EM ALTA

Newsfluencers na escalada do conflito entre Israel e Irã

Durante muito tempo, jornalismo e conteúdo de creator pareciam universos paralelos. Um focado em apuração, imparcialidade e estrutura institucional. O outro, em espontaneidade, opinião e engajamento. Mas a partir de 2019, com o avanço do TikTok, Twitch e YouTube como espaços de conversa pública, essas linhas começaram a se cruzar — e surgiu um novo híbrido: a newsfluence.

Esse termo representa uma geração de criadores que passaram a informar com linguagem de creator e influenciar com responsabilidade de jornalista. No lugar de bancada e terno, o que vemos é ring light, vídeo vertical e um conteúdo que combina dado, opinião, meme e vulnerabilidade.

Com a escalada do conflito entre Israel e Irã ganhou escala global, essa interseção entre creators e jornalistas se tornou ainda mais evidente. A cobertura saiu dos estúdios e foi parar no Instagram Stories, nas lives do Twitch e nos cortes de podcast.

  • HasanAbi, usou sua plataforma para cobrir os ataques e discutir os desdobramentos com profundidade em transmissões que duraram horas, com linguagem direta e engajamento massivo.

  • Hamzah Saadah (AbsorberYT), criador de origem palestina, viralizou fazendo entrevistas com soldados israelenses durante transmissões de jogos — misturando entretenimento e denúncia.

  • No Brasil, Beto Martinne e Murilo Lorran estavam em Tel Aviv para a Parada LGBTQIA+ quando o conflito explodiu. Em tempo real, postaram sobre sirenes, cancelamento de voos, o pânico nos aeroportos e os bastidores de uma guerra vista de dentro do Instagram.

  • Professor HOC e Felipe Durante duelando sobre Geopolítica, com suas aulas, recheadas de reacts e vieses.

As hashtags #aprendanoTikTok #geopolitica #guerra #palestina #israel estão crescendo absurdamente. Aliás, destaque para essa diva que conseguiu explicar o conflito milenar em 56s

@eziokapich1

#floptok

Se por um lado a fusão entre creator economy e jornalismo democratiza o acesso à informação e engaja novos públicos, por outro, levanta questões importantes:

  • Quem financia essa informação?

  • Como garantir que a audiência não confunda opinião com fato?

  • O que acontece quando o algoritmo valoriza emoção acima da precisão?

O que estamos vendo na guerra Israel vs Irã é um laboratório em tempo real desses desafios. A guerra tá sendo contada não só pelas lentes das agências internacionais, mas por quem tá ao vivo no Instagram, reagindo em tempo real no Twitch, editando um reels a 10km da explosão.

O que vemos é a descentralização da autoridade jornalística. E isso não significa o fim do jornalismo — significa que ele foi remixado.

No mundo da newsfluence, não basta ter a informação certa. É preciso contar a história do jeito certo. E, hoje, quem domina isso são os creators.

A creator economy deixou de ser só entretenimento. Virou uma forma de entender o mundo.

 VALE O DOWNLOAD

Pertencer nunca custou tão barato, ou tão caro

No ensaio da pesquisadora Andressa Schneider, ela investiga como marcas têm terceirizado o sentimento de pertencimento para os produtos que vendem — e como isso cria uma economia simbólica, onde consumir é uma forma de se sentir parte.

O texto traz reflexões potentes sobre a diferença entre “acessar” e “pertencer”, e sobre como o capital afetivo virou moeda de troca no consumo contemporâneo.

O ensaio é divido em 4 atos:

🛍️ ATO 1: Mudanças no comportamento de consumo da sociedade

O valor de um produto não necessariamente está no quanto ele custa, mas no que ele diz. O consumidor quer comprar repertório

🤠 ATO 2: Novos perfis de consumidores que emergiram

Distantes da persona tradicional “mulher de 25 anos que mora em Pinheiros e usa vestido Osklen com sandália Linus”, esses perfis não são caricaturas. São mapas simbólicos de novas motivações de consumo. Entender esses códigos é o primeiro passo para qualquer marca que queira ser lida — e desejada — em 2025

🔮 ORÁCULO DO MERCADO

📱Baixaria com IA: Meta processa Crush AI por utilizar IA generativa para criar imagens falsas e sexualmente explícitas e veicular como anúncio dentro das plataformas do Zuck (6 min de leitura, em inglês)

🔥É tretaaaa: a matéria da Dazed com o rapper Orum que gerou muita polêmica e o cancelamento da Osklen (5 min de leitura, em inglês)

✊🏿 É pra aplaudir de pé: Alma Preta ganha Leão de Prata em Cannes com a campanha que denuncia o racismo enfrentado por pessoas negras que realizam atividades físicas em espaços públicos (2min de leitura, em port.)

🙊 SPOILER

Adeus trabalho manual de screening!

Se a sua equipe ainda vive na era dos Incas e Maias, verificando manualmente o histórico dos influenciadores para avaliar o risco reputacional para sua marca, temos uma solução que pode revolucionar esse processo.

Imagine realizar essa tarefa com uma eficiência 170 vezes maior do que o método tradicional, analisando até cinco vezes mais nomes por mês, tudo isso com um custo reduzido e uma análise mais aprofundada. Ficou curioso? Basta agendar uma conversa com a gente!

Se você é ou conhece algum criador de conteúdo, manda um Oi para a Nic no WhatsApp e divirta-se. É 100% grátis 🙂 

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